DMG MORI acelera a engenharia: 16 meses a menos até a produção com o Creo

Com o Creo, a DMG MORI transformou o desenvolvimento da nova geração duoBLOCK®, levando a máquina do conceito à produção em apenas 14 meses — 16 meses a menos que nos ciclos anteriores — enquanto reduziu em 50% a massa dinâmica para aumentar estabilidade, precisão e eficiência energética.

2 min de leitura

DMG MORI

Tecnologias aplicadas

  • Creo Parametric Plataforma de modelagem CAD 3D paramétrica da PTC.

Sobre o cliente

Logo Dmg Mori

Empresa

DMG MORI

Setor

Máquinas-ferramenta CNC / Usinagem de alta precisão

Porte

Grande

Localização

Presença no Brasil Sorocaba, São Paulo, Atuação global

Resumo do case

Desafio

Em um mercado pressionado por fabricantes de menor custo, a DMG MORI precisava continuar inovando e entregar máquinas com altíssima precisão, maior produtividade e novas funcionalidades, sem ampliar os ciclos de desenvolvimento.

Solução

A empresa adotou o Creo como plataforma 3D de desenvolvimento, utilizando prototipagem virtual, design top-down e simulação para desenvolver e validar estruturas, movimentos e grandes conjuntos antes da fabricação física.

Resultado

A nova geração duoBLOCK® chegou à produção em 14 meses, reduzindo em 16 meses o tempo de lançamento. O projeto também alcançou 50% menos massa dinâmica, maior estabilidade, precisão de longo prazo e menor consumo geral de energia.

Precisão começa na engenharia digital

Na indústria de máquinas-ferramenta, atingir precisão de poucos microns depende de decisões tomadas ainda na engenharia. Com o Creo, a DMG MORI passou a desenvolver a nova geração DMC 80 duoBLOCK® em um ambiente 3D integrado, utilizando prototipagem virtual, simulação e design top-down para validar estrutura, rigidez, movimentos, interferências, massa e posicionamento dos componentes antes da fabricação. O Creo Simulate permitiu reduzir em 50% a massa dinâmica, aumentando estabilidade, precisão de longo prazo e eficiência energética, enquanto diferentes engenheiros puderam trabalhar simultaneamente em cerca de oito grandes subconjuntos da máquina.

Do modelo 3D à produção em apenas 14 meses

Essa abordagem também aproximou engenharia e manufatura, permitindo utilizar o próprio modelo 3D diretamente na fabricação e com parceiros, reduzindo a dependência de desenhos 2D e protótipos físicos. A DMG MORI ainda viabilizou soluções complexas, como um trocador automático para até 400 ferramentas, com troca em aproximadamente 1 segundo. O impacto no ciclo de desenvolvimento foi expressivo: a nova máquina passou do conceito à produção em apenas 14 meses, uma redução de 16 meses em relação ao processo anterior, consolidando um fluxo de projetar, simular, validar, colaborar e fabricar.

Objetivos atingidos

  • Reduzir o tempo entre conceito e produção
  • Aumentar a precisão das máquinas
  • Validar estruturas antes da fabricação
  • Reduzir a necessidade de protótipos físicos
  • Desenvolver grandes montagens de forma colaborativa
  • Identificar interferências entre componentes estáticos e móveis
  • Otimizar massa, rigidez e estabilidade estrutural
  • Reduzir o consumo de energia
  • Utilizar o modelo 3D diretamente na fabricação
  • Acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias de usinagem

Resultados em números

14 meses
do conceito à produção
-16 meses
no ciclo de lançamento
-50%
de massa dinâmica

“Reduzimos a massa dinâmica em 50% e aumentamos a massa estática. Isso resulta em maior estabilidade, precisão de longo prazo e menor consumo geral de energia.”